
Quando você consegue juntar uma turma legal, mesmo que sejam todos desconhecidos, numa sala de jantar em algum apartamento, com certeza, as chances de ter varias histórias interessantes é muito grande, não acham?
Pessoas descontraídas, perguntando e respondendo abertamente sobre gastronomia em geral, se importando somente em aproveitar o melhor de cada um, e daquele momento.
Pois este tipo de experiência já acontece há alguns anos nos Estados Unidos e, é conhecido como Ghetto Gourmet. http://www.theghet.com/
Começou assim, com pessoas querendo compartilhar conhecimentos, experiências e também “good times” ao redor de bons vinhos, bons pratos e boa companhia. O fundador, Jeremy Townsend, disse que chegou a parar gente na rua e perguntar se eles queriam passar pela tal experiência. Seu irmão, Joe é chef e experimentando novos pratos, decidiu chamar novas pessoas. E o que era apenas reuniões feitas toda segunda feira em algum restaurante pirata (uma sala de algum apartamento, porão, ou mesmo um terraço) tornou-se um movimento espalhado de costa a costa nos EUA. Hoje, depois de seis anos, esta rede social está disseminada pelos continentes e já existe também no Brasil, concentrado em São Paulo / Rio de Janeiro, e outros pouquíssimos pontos do país.
Me lembra um pouco o estilo de uma confraria, porém, ressalto que a confraria tem regras, estatuto, membros ou confrades, como alguns chamam...(coisa de velho isso não??).
Você pode jantar uma, duas vezes por semana em restaurantes, mas sabe que sempre será aquele protocolo. O que me chama atenção, é a miscelânea de gostos, rostos e idades; Enfim, vivenciar algo interessante com pessoas que possam agregar (shake hands, como dizem por lá...). Todos ajudando talvez, cada um com uma tarefa. Com certeza, tem que ter uma organização tal que você possa propiciar uma experiência única a quem se disponibiliza a participar.
Por enquanto eu fico aqui tentando desenvolver tal fórmula para, quem sabe qualquer dia, chamar algum de vocês para compartilhar desse novo movimento. Vou aqui aprendendo um pouco mais; já me cadastrei no Guetto gourmet, para poder ir me habituando com metodologias e práticas. Aprender algo novo é sempre bom!
Pessoas descontraídas, perguntando e respondendo abertamente sobre gastronomia em geral, se importando somente em aproveitar o melhor de cada um, e daquele momento.
Pois este tipo de experiência já acontece há alguns anos nos Estados Unidos e, é conhecido como Ghetto Gourmet. http://www.theghet.com/
Começou assim, com pessoas querendo compartilhar conhecimentos, experiências e também “good times” ao redor de bons vinhos, bons pratos e boa companhia. O fundador, Jeremy Townsend, disse que chegou a parar gente na rua e perguntar se eles queriam passar pela tal experiência. Seu irmão, Joe é chef e experimentando novos pratos, decidiu chamar novas pessoas. E o que era apenas reuniões feitas toda segunda feira em algum restaurante pirata (uma sala de algum apartamento, porão, ou mesmo um terraço) tornou-se um movimento espalhado de costa a costa nos EUA. Hoje, depois de seis anos, esta rede social está disseminada pelos continentes e já existe também no Brasil, concentrado em São Paulo / Rio de Janeiro, e outros pouquíssimos pontos do país.
Me lembra um pouco o estilo de uma confraria, porém, ressalto que a confraria tem regras, estatuto, membros ou confrades, como alguns chamam...(coisa de velho isso não??).
Você pode jantar uma, duas vezes por semana em restaurantes, mas sabe que sempre será aquele protocolo. O que me chama atenção, é a miscelânea de gostos, rostos e idades; Enfim, vivenciar algo interessante com pessoas que possam agregar (shake hands, como dizem por lá...). Todos ajudando talvez, cada um com uma tarefa. Com certeza, tem que ter uma organização tal que você possa propiciar uma experiência única a quem se disponibiliza a participar.
Por enquanto eu fico aqui tentando desenvolver tal fórmula para, quem sabe qualquer dia, chamar algum de vocês para compartilhar desse novo movimento. Vou aqui aprendendo um pouco mais; já me cadastrei no Guetto gourmet, para poder ir me habituando com metodologias e práticas. Aprender algo novo é sempre bom!
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